quarta-feira, 10 de abril de 2013

O copo vazio

Autor: Roberto das Neves

Pegue um copo de vidro grande, ponha sobre a mesa e olhe para ele.



Você acha que ele está vazio, pois não pode ver nada dentro dele.

No entanto, ele está completamente cheio.

Nossos olhos não conseguem enxergar aquilo que existe dentro do copo, pois a evolução dirigiu a adaptação de nossos olhos, através de incessantes mutações, ocorridas ao longo de milhares de anos, para podermos enxergar somente certos níveis de densidades existentes.

Não podemos enxergar a nível microscópico naturalmente, precisamos de equipamentos para isso, e mesmo esses equipamentos tem um limite para nos mostrar aquilo que existe.

Olhe o copo novamente.

O vazio está repleto de matéria não visível às nossas capacidades oftalmológicas.

Existem dentro dele, milhões de moléculas que compõe o ar que respiramos. Além dessas moléculas, existem transitando livremente dentro dele, átomos, partículas e subpartículas atômicas, como por exemplo, fótons, nêutrons, etc.

E existem materiais ainda maiores dentro do copo, seres vivos microscópicos, como bactérias, e seres ainda maiores como ácaros, transitando também livremente nessa densidade não observável naturalmente por nós.

E existem ainda, materiais ainda maiores, como por exemplo, células epiteliais mortas, microscópicos grãos de poeira, vapor de água, etc, etc, etc.

Dentro desse copo, existe um mundo, um mundo material e denso cuja densidade é formada por vários níveis de densidades, e que ainda estamos explorando.

Atualmente, não conseguimos ainda ver, apesar de possuirmos já, sofisticados equipamentos, as moléculas, átomos, partículas e subpartículas, que formam um dos níveis de densidade da matéria contida no copo, juntamente com os outros níveis de densidades.

Somos cegos para perceber essas densidades de matéria, no entanto, elas existem e cada vez que avançamos tecnologicamente, podemos observar cada nova densidade de matéria existente dentro das outras densidades.

A pergunta é saber se poderemos desenvolver equipamentos que nos permitam enxergar os níveis cada vez menores, que constituem a densidade da matéria que dá origem a tudo o que existe.

Até lá, só podemos intuir, criar hipóteses e testa-las indiretamente.

Olhe novamente para o copo, pelo menos, mentalmente, você agora, poderá perceber e “enxergar” intuitivamente esses níveis de densidade, que estão presentes dentro dele, e nunca mais você verá o copo vazio da forma como olhava e percebia antes...
.
.
.

domingo, 7 de abril de 2013

As Forças Fantasmagóricas que atuam à distância – Parte 2


As Forças Fantasmagóricas que atuam à distância – Parte 2

A “Força” Eletromagnética.

Autor: Roberto das Neves

Todo mundo aprende pelos livros de Física, que a força magnética é uma Força não material, que atua à distância.



Essa força gera o que foi denominado “Campos Magnéticos”, mas não se sabe , não existe uma explicação, sobre como esses campos atuam de forma não material, para criar “campos” de força.

Ou seja, não sabem a causa, e então, buscam explicar apenas os efeitos dessa desconhecida causa invisível, fantasmagórica e que atua à distância.

E, novamente, ao não se buscar as causas, criam-se explicações dúbias, que servem de pano de fundo, para os cientificistas e esotéricos, criarem outras teorias absurdas sobre Forças fantasmagóricas que atuam à distância e até instantaneamente.

Mas, será o magnetismo, realmente uma “força” que atua à distância, de forma não material?
A questão está relacionada com aquilo que não podemos ver, pois, nossos olhos não estão adaptados para isso, e ainda, não possuímos equipamentos avançados para detectar a realidade.

Mas, podemos, de forma indireta, detectar as causas e solucionar a questão.

E, de forma indireta, descobriremos que não existe ação fantasmagórica à distância, e que tudo está relacionado ao ambiente e sua densidade material.

Iremos então, fazer alguns experimentos que comprovarão essa afirmação.

Primeiramente, pegaremos dois imãs, e os colocaremos a uma distância um do outro de forma que, essa distância seja a maior distância em que um imã poderá exercer “força” de atração sobre o outro.

Medimos a distância entre os dois imãs.

Agora, dentro de um tanque fechado repleto de gás, colocaremos esses dois imãs, e os posicionaremos de forma que, seu campo de atuação, será da mesma forma, que no experimento anterior, na distância de menor atuação do seu campo de atração.

Medimos a distância entre os dois imãs.

Agora, dentro de uma câmara de vácuo, à prova de luz, posicionaremos esses mesmos dois imãs, seguindo o mesmo procedimento, feito nos anteriores.
Medimos a distância entre os dois imãs.

Ao fazermos esses experimentos verificaremos os seguintes resultados:

A distância entre os imãs variará de experimento para experimento:

A distância dos imãs, no experimento 1, terá uma distância (X).
A distância dos imãs, no experimento 2, terá uma distância  (> X).
A distância dos imãs, no experimento 3, terá uma distância  (< X).

Isso indica que cada meio ambiente, possuidor de maior ou menor intensidade, é que causa essa “força”.

Na verdade, não existe um “campo”, o que existe, é o ambiente, permeado de partículas, subpartículas, átomos e moléculas, que posicionam suas cargas positivas ou negativas entre os dois imãs, formando uma “ponte” de ligação material entre os dois, ponte esta, que não podemos enxergar, pois nossos olhos não foram feitos para isso.

O que vemos e concluídos erroneamente, é que não existe nada entre os dois imãs, e então, concluímos que uma “força fantasmagórica e invisível” atua à distância e está agindo entre eles.
.
.
.