sexta-feira, 5 de setembro de 2014

A fé e a crença, transformando hipóteses em teorias científicas


Autor: Roberto das Neves

Segundo Einstein, a gravidade gerada por astros massivos teria a capacidade de deformar o tempo e o espaço, mas, não teria capacidade para deformar a trajetória de reles fótons de luz viajando livremente pelo espaço...



Não é muito mais racional e lógico, supor que a gravidade poderosa desses corpos apenas desvia ou deforma a trajetória dos fótons?

Não é muito mais lógico supor que a natureza funcione de forma matemática muito mais simples, e dessa forma, que ela seja imune a paradoxos?

Além do mais, a suposta existência de um tecido espaço temporal, como demonstrado em experimentos, onde bolas pesadas deformam um tecido esticado, não provam em absoluto a existência desse suposto tecido espaço/temporal.

Ainda mais quando matemáticos do calibre de Poincaré, teorizaram que o espaço tem a forma levemente esferoidal, e não uma forma plana, como suposto por Einstein...

Então, o resultado coletado no experimento de observação do eclipse em 1919, não pode ser levado em consideração, pois, a hipótese de que astros massivos deformariam o tecido espaço/temporal, pode ser explicada como a simples curvatura, uma deformação na trajetória dos fótons que estejam viajando e passem próximos da gravidade desses astros massivos.

Outra inconsistência sobre a teoria de Einstein se relaciona com a existência de buracos negros, pois, tais buracos “engoliriam” até mesmo os fótons de luz, além de toda a matéria que esteja próxima dele.

Ora, se buracos negros “engolem” fótons, devido as suas massas gravitacionais poderosíssimas, isso significa que essas massas desviam a trajetória dos fótons que estão viajando muito próximos, sugando-os para dentro deles.

Isso significa que, se a hipótese de Einstein estivesse correta, os buracos negros não só deformariam, mas também, engoliriam o tempo e o espaço, em vez de engolir apenas os fótons e a matéria...

Calculem matemáticos, calculem...

As interpretações dos resultados das evidências que nos são apresentadas para validar as hipóteses de Einstein, não tem validade, pois, essas evidências podem ser utilizadas para explicar as causas, através de outras interpretações que, por esse critério usado pelos defensores de Einstein, validariam também, essas outras hipóteses.

Tudo depende das interpretações dos resultados das evidências apresentadas.

E mais um grande problema nas teorias de Einstein, é que ele alegava que eventos que ocorram nas velocidades próximas ou iguais à da luz, deformariam o espaço/tempo, mas, ele esquece que, apenas fótons e ondas de rádio, podem viajar nessas velocidades.

Quanto mais massa, menor é a sua velocidade. Então, diga adeus aos sonhos sobre viagens espaciais próximas ou iguais a da luz.

Mas, como diria Descartes: Ante a apresentação de várias interpretações para o resultado de um experimento, escolha sempre a mais lógica, a mais racional, a menos viagem na maionese...

E não venha falar que os GPS são uma prova da deformação temporal, a sincronização entre os satélites e as torres, não tem nada a ver com deformação temporal, tem a ver com velocidade de deslocamento e distâncias entre os satélites e as torres, e para essa sincronização, são utilizadas as equações de Maxwell e Lorentz, que levam em conta, a velocidade da luz, através das ondas de rádio que são emitidas enquanto os satélites se deslocam em órbita da terra, afastando-se ou se aproximando das torres de retransmissão.

Infelizmente, a fé e a crença têm várias roupagens, elas podem também se travestir na forma de: ideologias, hipóteses e teorias não científicas, hipóteses e teorias científicas e até mesmo, na matemática.

E quando a fé e a crença se instalam, a lógica, a razão, a observação criteriosa e análise dos experimentos, sem que essa análise esteja atrelada e direcionada a uma única hipótese, tão arduamente defendidas por Galileu Galilei, vão para o beleléu...



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