quinta-feira, 21 de julho de 2016

Se você tinha dúvidas sobre nazismo, comunismo e fascismo serem socialismo, ou seja, serem a mesma coisa...


Se você tinha dúvidas sobre nazismo, comunismo e fascismo serem socialismo, ou seja, serem a mesma coisa...

Vários trechos dos discursos de Goebbels, ministro da propaganda nazista:

"“Nós somos socialistas porque nós vemos no socialismo, que é a união de todos os cidadãos, a única hipótese de manter a nossa herança racial e de reconquistar a nossa liberdade política, renovando o nosso Estado alemão…

O Socialismo é a doutrina de libertação da classe trabalhadora. Promove a ascensão da quarta classe e a sua incorporação no organismo político da nossa Pátria, e está inextricavelmente ligado ao rompimento da presente escravatura e recuperação da liberdade da Alemanha. O Socialismo, portanto, não é meramente uma questão da classe oprimida, mas uma questão de toda a gente, para libertar o povo Germânico da escravatura, que é o objetivo da política contemporânea. o Socialismo ganha a sua verdadeira forma apenas através de uma total luta fraternal com as energias avançadas de um recém-acordado nacionalismo. Sem o nacionalismo é nada, é um fantasma, uma mera teoria, um castelo nas nuvens, um livro. Com ele, é tudo, o futuro, a liberdade, a pátria!

O pecado do pensamento liberal é ignorar a força de construção nacional socialista, assim permitindo que as suas forças se dispersem em objetivos que não são do interesse da nação. O pecado do Marxismo é ter degradado o socialismo numa mera questão de salários e de comida, colocando isto em conflito com o Estado e a existência nacional. Entender tais factos leva-nos a uma nova forma de socialismo, que vê a sua natureza como nacionalista, fortalecedora do Estado, libertadora e construtiva…

Nós somos socialistas porque consideramos que a questão social é uma matéria de necessidade e justiça para o bem da existência do estado do nosso povo, não uma questão de lamentação barata e sentimentalismos. O trabalhador tem as suas demandas de um padrão de vida condizentes com o que ele produz. Nós não temos a intenção de implorar por este direito. Incorporá-lo ao organismo estatal não é algo de importância fundamental para ele, mas para toda a nação. A questão é muito maior do que o debate pela jornada de trabalho de

oito horas. Mas sim, a formação de uma nova consciência de estado que inclui cada cidadão produtivo. Já que os poderes políticos de hoje não estão dispostos ou não podem criar tal situação, o socialismo deve combater por isto. É um slogan de luta tanto interno quanto externo. Ele será direcionado contra os partidos burgueses e o Marxismo ao mesmo tempo, já que ambos são inimigos mortais do vindouro estado dos trabalhadores. Ele é direcionado também a todos os poderes estrangeiros que podem ameaçar a nossa existência nacional e também a possibilidade da criação de um estado nacional socialista.

Nós chamamo-nos a nós próprios partido dos trabalhadores porque queremos resgatar a palavra "trabalho" da sua definição corrente e devolvê-la ao seu significado original. Alguém que cria valor é um criador, isto é, um trabalhador.  Nós recusamo-nos a distinguir formas de trabalho. A nossa única escala é se o trabalho serve o todo, ou pelo menos não o prejudica, ou então se ele é nocivo.

Trabalho é serviço. Se trabalha contra o bem-estar geral, então é traição contra a pátria.

O Socialismo só é possível num estado unido domesticamente e livre internacionalmente. A burguesia e o Marxismo são responsáveis por falharem os dois objetivos, união doméstica e liberdade internacional. Não importa o quão nacional e social se apresentem estas duas forças, eles são inimigos jurados de um estado socialista nacional.

Devemos, portanto, destruir politicamente ambos os grupos.

As linhas do socialismo Germânico são nítidas, e o nosso trajeto é claro.

Somos contra a burguesia política, e pelo nacionalismo genuíno!

Somos contra o Marxismo, mas pelo verdadeiro socialismo!

Somos pelo primeiro estado nacional Germânico de natureza socialista!

Somos pelo Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores

Alemães!"

Resumindo, o Nacional-Socialismo é a verdadeira forma de socialismo. Todas as outras, incluindo o marxismo são formas corruptas de socialismo.

São formas igualitárias e redutoras de socialismo, ao passo que o Nacional-Socialismo é uma forma desigualitária e abrangente de socialismo, ao serviço de toda a comunidade e não de uma suposta classe "oprimida".

Por exemplo, o Trabalhador alemão não era forçosamente o proletário ou o operário "oprimido" e sim todo o trabalhador ou produtor. Não há distinção de classes ou trabalhos, daí ser o partido dos Trabalhadores, não do "proletariado", e assim sucessivamente.

É este socialismo que combinado com o nacionalismo, e não de uma forma isolada, garante as bases da manutenção do patrimônio racial, isto é, do Povo. ”

Todos os textos acima foram extraídos dos discursos de goebbels

E abaixo, um texto escrito por Adolfo Sachisida:

SÁBADO, 11 DE maio DE 2013
As Desconcertantes Semelhanças entre o Nazismo e o Comunismo
O nazismo é repugnante. Um indivíduo precisa ter sérios distúrbios psíquicos para apoiar um regime cruel como esse. Contudo, seu irmão mais velho, o comunismo, desfruta de uma áurea de beleza e bondade. Por que um deles é visto como um pesadelo enquanto o outro seria um sonho?
Em primeiro lugar, devemos lembrar do que é nazismo. Nazismo foi o regime político implementado pelo partido nazista na Alemanha de Hitler. Tal como PT é a abreviação de partido dos trabalhadores, o nazismo também é a abreviação de um nome: partido nacional-socialista dos trabalhadores alemães, ou simplesmente, partido nazista.
O partido nazista, tal como o partido comunista, buscou sua inspiração nas ideias de Karl Marx. Costuma-se dizer que comunismo é a ditadura da esquerda, enquanto o nazismo seria a ditadura da direita. Nada mais falso, tanto o nazismo quanto o comunismo têm inspiração marxista. Ambos compartilham do ódio contra a burguesia, desrespeitam a propriedade privada (basta ver os confiscos realizados por ambos os regimes), do desprezo pelas liberdades individuais, da glorificação do Estado como centro das atenções, e da respectiva diminuição da importância do papel do indivíduo. Além disso, ambos os regimes pregam a planificação da economia, isto é, defendem o planejamento central da atividade econômica.
Como é bem sabido, a planificação da economia (ou o planejamento central) demanda necessariamente alguma forma de controle de preços. É exatamente por isso que tanto o nazismo quanto o comunismo necessitam de um Estado grande e onipresente. Na ausência de um mecanismo de preços de mercado, é impossível direcionar a atividade econômica sem se recorrer à força física. Daí o caráter autoritário de ambos os regimes. Desnecessário dizer que tanto o nazismo quanto o comunismo foram responsáveis pela execução sumária, e pelo aprisionamento, de milhões de pessoas que cometerem um de dois crimes: ou não concordavam com o regime, ou pertenciam a alguma minoria escolhida para mover o ódio das massas. Aliás, você já notou que tanto Hitler (a figura que ilustra o nazismo) quanto Stalin ou Mao-tsé-tung (figuras que ilustram bem o comunismo) pregavam a morte dos "traidores da pátria"? Já notou que essas figuras sempre justificavam seus crimes com base num sonho futuro? Ou então argumentavam igualmente que a "ganância" de alguns impunha a miséria ao povo (justificando assim o confisco da propriedade privada e a prisão generalizada de determinados grupos de indivíduos)?
Resumindo, são muitas as inquietantes semelhanças entre o nazismo e o comunismo. Dizer que o nazismo é um regime de direita é um absurdo lógico. Regimes de direita defendem a propriedade privada, o sistema de preços via mercado, e a liberdade individual. Essas três características são desprezadas tanto por nazistas quanto por comunistas. Você pode criticar um liberal por sua crença no mercado. Pode criticar o liberalismo por seu profundo respeito à propriedade privada, e pode criticar o "egoísmo" do liberalismo que só pensa em si mesmo (isto é, coloca o indivíduo no centro da análise). Mas são justamente essas características do liberalismo que o colocam no extremo oposto dos regimes nazistas e comunistas.
Fonte: http://bdadolfo.blogspot.com.br/2013/05/as-desconcertantes-semelhancas-entre-o.html







terça-feira, 5 de julho de 2016

Desconstruindo os argumentos de quem tentava desconstruir a Filosofa Ayn Rand

Autor do texto: Roberto das Neves


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Uma amiga minha, chamada Hannah, encontrou um link de um site brasileiro, onde estava publicado um texto traduzido com críticas a Ayn Rand.

Minha amiga ficou indignada com o texto e me pediu para ajudá-la a desconstruir essas críticas.

Well, vamos lá.

Antes de refutar o texto, informo que a tradução desse texto, estava em um site brasileiro nem um pouco confiável, é um site que tenta vender a informação de que o movimento zeitgeist é uma coisa boa e verdadeira.

O link para o site é: http://blog.movimentozeitgeist.com.br

Quem já leu as “pataquadas” dessa hipótese da zeitgeist sabe do que estou falando.

Suas hipóteses foram massacradas em milhares de sites pelo mundo.

O intuído do site zeitgeist moviment e sites correlatos que apoiam o movimento, é captar seguidores e dinheiro para sua causa, criar uma nova religião, buscando atingir e cooptar os new ateus jovens e agnósticos de primeira viagem, bem como, os idiotas que acreditam em teorias da conspiração.

E acreditem, tem milhares de pessoas no mundo, que doam seu rico dinheirinho para apoiar a “causa”.

Bom, li o texto, inserido nesse site, escrito por uma tal de Denise Cummins que se intitula doutora e professora de psicologia e psicanálise...

O que dizia Carl Sagan sobre psicanálise? Ah, sim: “psicanálise é pseudociência”...

Pesquisei a origem do texto traduzido, e descobri que ele foi publicado originalmente, somente em dois sites americanos, com total tendência a apoiar as ideias do partido democrata dos EUA.

O partido democrata nos EUA é na verdade, um antro de socialistas, composto de: nazistas, fascistas, comunistas, escravagistas e até mesmo, jihadistas.

Assim sendo, seus sites e blogs tentam atacar quaisquer filósofos e ideias que sejam de direita, conservador, e apoiem o partido Republicano, falando mentiras sobre seus livros, deturpando suas ideias e distorcendo seus textos e filmes.

Agora, vamos destrinchar e apontar as mentiras e leviandades contidas nesse texto da “professora”.

No começo do texto, ela se pergunta, disfarçadamente, tentando ocultar sua inveja sobre a autora, sobre o porquê, da popularidade de Ayn Rand entre os jovens e adultos, continua crescendo assustadoramente, mesmo após a sua morte ocorrida há 30 anos, e a crescente venda de seus livros que, já se encontram na casa das centenas de milhões de reedições e traduções anualmente no mundo todo?

Ah “tá”, sério mesmo que ela não entende?

Eu respondo: É só porque a ideias e ideais dela são muito boas, funcionam e essas ideias independem dela já estar morta.

Pessoas morrem, mas, suas grandes boas ideias e ideais, não.

A professorinha tenta desacreditar essa popularidade, informando que as ideias de Rand se baseavam em um núcleo, e chama esse núcleo de “auto-interesse irrestrito” contra o altruísmo coletivo.

E ela ainda afirma: “Por esta lógica, os controles religiosos e políticos que impedem indivíduos de perseguir o interesse próprio devem ser removidos. (Talvez valha a pena notar aqui que a cena de sexo inicial entre os protagonistas do livro de Rand “The Fountainhead” [A Nascente] é ​​um estupro em que “ela lutou como um animal”)”.

Leiam o livro e tirem suas próprias conclusões, link para os livros de Ayn Rand:


Na verdade, o que a Ayn Rand defendia era o auto interesse pessoal, contra o interesse coletivo, o chamado “bem comum”.

Ou seja, o coletivismo sacrifica o indivíduo. O indivíduo não pode ter ideias que não possam atender ao coletivismo, ao bem comum. Não pode criar alguma coisa nova e não pode vende-la, se, com essa venda, ele obter lucro com a venda originada por sua ideia, sua criação, sua livre iniciativa, não pode exigir seus direitos autorais.

No coletivismo, o conceito é que as ideias devem ser distribuídas gratuitamente e o produto originado pela ideia só poderá ser vendido pelo preço de custo, uma distorção da ideia do “um por todos e todos por um”.

Percebendo a professorinha, que seu argumento é extremamente fraco, ela apela para uma mentira, informando que no livro “The Fountainhead” (A Fonte), existia uma apologia ao estupro.

Bom, leiam o livro, assistam ao filme, e depois, tirem suas próprias conclusões.

A professorinha ainda tenta melar o Objetivismo, atacando o conceito de tabula rasa, defendido por Rand, mas, coitada, só tenta, informando e afirmando que é inata a tendência humana de cooperar e cuidar do outro, uma tendência pró-social, que foi observada por estudiosos, antropólogos, in loco.

Como “boa psicóloga” ela afirma que essa tendência pró-social, é algo que já nasce registrada no indivíduo, assim sendo, não existe validade para o conceito de tabula rasa.

Acontece o seguinte, professorinha, o indivíduo de qualquer espécie, nasce com informações básicas de sobrevivência, inatas.

Por exemplo, se você pegar um bebê e jogá-lo em uma piscina, automaticamente esse bebê começará a nadar e prender a respiração enquanto está embaixo da água.

Já, o conceito de convivência social e muitos outros conceitos sociais, são aprendidos pelo indivíduo com o seu grupo, um indivíduo não nasce com conceitos prontos.

A professorinha confunde habilidades inatas de sobrevivência, com conceitos de aprendizado em grupo.

Ela confunde o conceito de abnegação, o altruísmo, achando que ele seria contrário ao conceito de auto interesse.

Acontece que, para Ayn Rand, o altruísmo é válido desde que, esse altruísmo não sacrifique um indivíduo, belo bem de outro, ou, pelo bem do grupo.

Quando Rand fala sobre tabula rasa, ela quer dizer com isso, que a mente humana não tem ideias inatas. O homem não nasce com qualquer conceito inato conceitual, não nasce com conhecimento. Não conheço nenhum cientista que forneceu elementos de evidência para refutar isso.

Continuando, após se auto melar, a professorinha parte agora, para uma tentativa desesperada para atacar os conceitos contidos no livro “Atlas Shrugged” (A revolta de Atlas) ... e se mela de novo.

Como ela não tem argumentos sólidos (e sabe disso), ela ataca o personagem principal do livro (repeteco?) e não, as ideias de Ayn...

Bom, iniciando: o herói do livro, John Galt, não é um capitão da indústria como ela afirma, mas sim, um funcionário em uma empresa.

Já aviso, se a professorinha não sabe diferenciar entre um funcionário de uma empresa, de um dono de empresa, só leiam o texto dela, em caráter de comédia.

Ah, sim, o link para o texto traduzido dela, é esse: http://blog.movimentozeitgeist.com.br/o-que-acontece-quando-voce-acredita-em-ayn-rand-e-na-teoria-economica-moderna/

Encerrando, ao longo do texto, a professorinha apresenta uma série fraudulenta de “Cases” que deram errado, acusando os autores dos erros, de serem adeptos das ideias de Ayn Rand e que suas falhas ocorreram por eles tentarem aplicar as ideias dela.

Ledo engano provocativo, tentando convencer somente patetas.

Eles não usaram as teorias de Ayn.

Egoísmo, não é viver à nossa maneira, mas sim, desejar que os outros vivam como nós, tendo as mesmas oportunidades que queremos, temos, e lutamos, para que nós e todos tenham.

Ah, Informando: No final deste mês de julho, será lançado o filme: "Hillary's America", um filme que contará a verdade sobre o partido democrata nos E.U.A.



Vídeo traduzido pelo Canal da Direita:






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domingo, 26 de junho de 2016

Atlas Shrugged - A revolta de Atlas

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Atenção galera: Recomendo muito que assistam este filme, dividido em três partes, baseado em um dos livros de Ayn Rand, chamado: Atlas Shrugged.

Atlas Shrugged é um livro de ficção da autora e filosofa Ayn Rand publicado em 1957. Lançado no Brasil como Quem É John Galt? em 1987, relançado em 2010 como A Revolta de Atlas. O quarto e último romance de Ayn Rand, considerado por muitos sua principal obra. Atlas Shrugged contém elementos de ficção científica, mistério e romance, contendo a mais extensa declaração de Rand sobre o objetivismo.
O livro explora um Estados Unidos distópico, em que muitos dos industriais mais importantes e bem sucedidos da sociedade decidem abandonar suas fortunas e a própria nação, em resposta a agressivas regulações do governo, que insiste em taxar e regulamentar os cidadãos produtivos, suas empresas e realizações individuais. O título é uma referência a Atlas, um Titã descrito no livro como "o gigante que mantém o mundo em seus ombros". O significado desta referência aparece em uma conversa entre os personagens Francisco d'Anconia e Hank Rearden, em que d'Anconia pede que conselho Rearden daria a Atlas ao ver que "quanto maior o esforço [do titã], mais pesado fica o mundo em seus ombros". Com Rearden incapaz de responder, d'Anconia dá a sua própria resposta: "To shrug".
O tema de Atlas Shrugged, como Rand o descreve, é "o papel da mente do homem na existência". O livro explora uma série de temas filosóficos de que Rand posteriormente desenvolveria como objetivismo. Ao fazer isso, ela expressa a defesa da razão, o individualismo, capitalismo, e as falhas da coerção governamental.
Atlas Shrugged recebeu muitas críticas negativas após sua publicação de 1957, mas alcançou popularidade duradoura e consistência de vendas nas décadas seguintes.



Parte 1 legendado:

parte2 - dublado:

parte3 legendado:






quarta-feira, 4 de maio de 2016

O Plasma de elétrons de Francis Hauksbee

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Um experimento realizado por volta de 1705, efetuado por Francis Hauksbee, onde ele usou uma esfera de vidro vacuada (com vácuo), demonstrou que dentro da esfera, formou-se um plasma de elétrons.
Esse fato passou totalmente desapercebido por todo mundo, inclusive, até hoje.
Elétrons possuem massa, e são partes constituintes dos átomos.
Isso significa que no espaço, existem elétrons, prótons, neutrons, neutrinos, etc, em abundância.
Matéria que ainda não formou átomos e vagam livremente pelo espaço.
A questão é que podemos detectá-los no espaço, mas chamamos errôneamente essa matéria, de matéria escura.
Esse material, atravessou a esfera de vidro contendo vácuo, formando o plasma, aliás, essa matéria atravessa tudo o que existe, não só a esfera.
Logo, não existe possibilidade da existência de vácuo total e perpétuo no espaço.
Quer ver o vídeo completo?, pesquise no Google o filme: A História da Eletricidade - Parte 1: A Faísca, onde o Professor Jim Al-Khalili mostra a reprodução deste e muitos outros experimentos.
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Fiz uma edição mostrando somente a parte do filme, que versa sobre o assunto: Francis Hauksbee: